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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Jornal Hoje: Entidades lançam manifesto para solução da crise

 "Queremos diálogo em que as ideias sejam ouvidas e sejam 
levadas em conta", afirmou Marcus Vinicius
(Foto: Eugenio Novaes - CFOAB)

Brasília – Confira a reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo, sobre a apresentação da Carta à Nação, elaborada pela OAB Nacional e Confederações, com sugestões para o enfrentamento da crise no País. Para conferir a íntegra da reportagem de Gioconda Brasil, clique aqui.

Um manifesto foi lançado, nesta quarta-feira (19), em Brasília, pela Ordem dos Advogados do Brasil, pela Confederação Nacional da Indústria, Confederação Nacional do Transporte e pela Confederação Nacional da Saúde. Os presidentes das quatro entidades divulgaram uma carta à nação e dizem que a iniciativa é apartidária.

Eles anunciaram a criação de um fórum para debater de uma forma mais profunda soluções mais definitivas para as crises política, econômica e ética que, de acordo com a OAB e as Confederações, são graves.

O presidente da OAB, Marcos Vinicius Coelho, disse que objetivo desse fórum é evitar que o país chegue ao caos. Ele disse que o movimento não é contra nem a favor do governo, mas sim a favor do país e da geração de empregos.

Na carta, as entidades afirmam que posições partidárias não podem parar o país nem o setor produtivo e que é preciso que as forças políticas trabalhem para a correção de rumos da nação. A carta afirma que mudanças são necessárias, respeitando a Constituição, e que é preciso fortalecer os órgãos de investigação do poder judiciário para que, nos casos de corrupção, inocentes sejam absolvidos e os culpados condenados. A carta também diz que a corrupção não pode ser empecilho para o desenvolvimento do país.

Deve-se ainda, segundo o manifesto, reduzir imediatamente o tamanho do estado e espera-se uma sensibilidade dos políticos para uma agenda que abra caminhos para a superação das crises e da recuperação da confiança dos brasileiros.

“Como entidades que somos apartidárias, que não somos governo nem oposição, entidade que têm um só compromisso de retomar o desenvolvimento econômico do Brasil e de superar a crise ética e política. Queremos diálogo em que as ideias sejam ouvidas e sejam levadas em conta e não um diálogo de faz de conta”, afirma o presidente da OAB.

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