Advisibrasil

terça-feira, 2 de junho de 2015

ASSÉDIO MORAL NA ESCOLA: SAIBA COMO DENUNCIAR


Veja aqui o que caracteriza e o que deve ser feito ao ser vítima de Assédio Moral 


O que realmente caracteriza o assédio é o constrangimento. Gritar ou expor o(a) trabalhador(a) ao ridículo em qualquer situação configura crime.

A pessoa que sofre o assédio deve, primeiramente, conversar com o(a) assediador(a), dizendo que está ciente de estar sofrendo assédio moral e que isto é crime. Dizer em tom claro e firme que não aceita passar mais por nenhuma forma de assédio. Que se acontecer novamente, fará uma denúncia formal à ouvidoria da Escola ou da Instituição de Ensino, MEC, Conselhos de Classe, Sindicato dos Professores da Rede Particular mo Estado do Pará – SINPRO/PA, e até mesmo numa Delegacia de Polícia relatando a situação e pedindo providências das autoridades competentes.

1º passo: Conversar com o(a) agressor(a).

2º passo: Fazer uma denuncia formal à ouvidoria da Escola ou da Instituição de Ensino, MEC, Conselhos de Classe, Sindicato dos Professores da Rede Particular mo Estado do Pará – SINPRO/PA, e até mesmo numa Delegacia de Polícia.

3º passo: Fazer um requerimento administrativo, ocorrência policial, etc., relatando a situação e pedindo providências à direção da entidade ou instituição contactada .

4º passo: Boletim de ocorrência

5º passo: Entrar com uma ação na Justiça.

O importante é que nenhuma vítima de assédio se cale ou continue aceitando este tipo de situação. Se possível, solicite às pessoas que presenciaram a(as) ocorrência(as) que façam uma declaração relatando a situação.

A vítima deve registrar e ter cópia das denúncias feitas e se for possível se munir de provas das situações de constrangimento.

Se a vítima perder o emprego por ter denunciado, a legislação prevê a recontratação do(a) trabalhador(a) caso seja comprovado que o motivo foi a denuncia do assédio.


É CONSIDERADO ASSÉDIO:

• Usar expressões depreciativas da imagem profissional do(a) empregado(a) no ambiente de trabalho;
• usar expressões preconceituosas;
• isolar o(a) trabalhador(a);
• dar apelidos pejorativos;
• perseguir o(a) trabalhador(a) e/ou Professor(a);
• punir de maneira vexatória;
• fazer ataques negativos ao rendimento profissional da educação diante de alunos. 
• fazer fofoca do(a) empregado(a) ou falar pelas costas;
• estimular abaixo-assinado da turma contra o Professor;
• criticar com persistência;
• aplicar tarefas e objetivos impossíveis.

Nenhum comentário:

Postar um comentário